Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) GAREMP

Fornecemos e implantamos ETE compacta em PRFV com dimensionamento técnico, instalação plug & play e documentação completa para licenciamento.

Solução:

Tratamento biológico completo que transforma esgoto em efluente regularizado. Conformidade ambiental garantida e reuso não potável.

Solução:

Tratamento biológico completo que transforma esgoto em efluente regularizado. Conformidade ambiental garantida e reuso não potável.

Tecnologia:

ETE compacta em PRFV com processo aeróbio e automação integrada. Projetada conforme NBR 17076:2022, NBR 12209 e CONAMA 430/2011.

Tecnologia:

ETE compacta em PRFV com processo aeróbio e automação integrada. Projetada conforme NBR 17076:2022, NBR 12209 e CONAMA 430/2011.

Setores:

Condomínios, hotéis, hospitais, indústrias, centros logísticos, loteamentos e operações sem acesso à rede pública.

Setores:

Condomínios, hotéis, hospitais, indústrias, centros logísticos, loteamentos e operações sem acesso à rede pública.

Impacto:

Eliminação de multas ambientais. Redução de custos com limpa-fossa. Conformidade legal documentada. Obra limpa, mantém solo permeável.

Impacto:

Eliminação de multas ambientais. Redução de custos com limpa-fossa. Conformidade legal documentada. Obra limpa, mantém solo permeável.

Quando a estação de tratamento de esgoto é a solução certa

Se o seu empreendimento não pode (ou não deve) lançar esgoto diretamente em rede pública ou corpo hídrico, a ETE é o caminho técnico para conformidade ambiental e redução de custos operacionais.

Ausência de rede pública: loteamentos, áreas rurais, condomínios horizontais, resorts, indústrias fora do perímetro urbano.

Exigência de tratamento local: condicionantes de licenciamento que pedem efluente tratado e, quando previsto, reuso não potável.

Segmentos típicos: condomínios, hotéis, hospitais e clínicas, escolas e campi, indústrias, centros logísticos, shoppings, parques temáticos.

Benefícios práticos: menor dependência de caminhões limpa-fossa, previsibilidade operacional, atendimento a auditorias, melhoria de imagem ESG.

Desenvolvidas por engenheiros especialistas em saneamento e licenciadas conforme padrões nacionais.

Como funciona a nossa estação de tratamento de esgoto compacta

Processo conforme NBR 17076 e parâmetros de lançamento CONAMA 430/2011

A ETE compacta integra as principais etapas do tratamento em módulos dimensionados para a sua vazão, carga orgânica e perfil de operação.

ETAPA 1: Tratamento preliminar com retenção de sólidos


O efluente sanitário afluente passa inicialmente por um sistema de retenção física de sólidos grosseiros, realizado por meio de cesto de retenção em PRFV, instalado na entrada do tanque.

Esse dispositivo é responsável por reter materiais como papéis, plásticos, fibras e outros resíduos sólidos que possam comprometer o funcionamento das etapas biológicas subsequentes, prevenindo entupimentos e danos aos componentes internos da estação.

A limpeza do cesto é simples e periódica, realizada conforme a carga de sólidos do sistema e as condições operacionais do empreendimento.

ETAPA 2: Tratamento biológico híbrido (anaeróbio + aeróbio)


O efluente, após a retenção de sólidos, passa por um processo híbrido dentro do próprio tanque, combinando digestão anaeróbia e tratamento aeróbio por aeração.

Na etapa anaeróbia ocorre a estabilização inicial da carga orgânica, com baixa geração de lodo e redução do consumo energético. Em seguida, o efluente segue para a etapa aeróbia, onde a aeração contínua por soprador promove a oxidação da matéria orgânica e melhora a qualidade do efluente tratado, com desempenho típico ao redor de 90% de remoção de carga orgânica, conforme premissas do sistema.

ETAPA 3: Decantação secundária e retorno automático de lodo


Após a etapa aeróbia, o efluente segue para a decantação secundária, onde ocorre a separação do lodo biológico formado no processo.

O sistema possui retorno automático de lodo do decantador para a etapa anaeróbia, realizado por air lift, com acionamento por temporização e possibilidade de ajuste conforme operação. Isso aumenta a estabilidade do tratamento e reduz a necessidade de intervenções frequentes.

ETAPA 4: Desinfecção por cloração e tanque de contato


Como etapa final do tratamento, a TSX realiza desinfecção por cloração, com aplicação de cloro em pastilhas em um ponto de contato hidráulico, seguida por tanque de contato para assegurar o tempo necessário de ação do desinfetante.

Essa etapa tem como objetivo reduzir a carga microbiológica, trazendo maior segurança para disposição final e aplicações de reúso não potável quando previstas em projeto.

ETAPA 5: Manejo de lodo e manutenção periódica


A TSX foi projetada para baixa geração de lodo, com estabilização na etapa anaeróbia, permitindo intervalos maiores entre limpezas.

A remoção do lodo excedente é realizada por caminhão limpa fossa, seguindo a periodicidade recomendada conforme carga aplicada, hábitos de uso e condições operacionais. O material deve receber destinação ambientalmente adequada por empresa licenciada, conforme legislação vigente.

ETAPA 1: Tratamento preliminar com retenção de sólidos


O efluente sanitário afluente passa inicialmente por um sistema de retenção física de sólidos grosseiros, realizado por meio de cesto de retenção em PRFV, instalado na entrada do tanque.

Esse dispositivo é responsável por reter materiais como papéis, plásticos, fibras e outros resíduos sólidos que possam comprometer o funcionamento das etapas biológicas subsequentes, prevenindo entupimentos e danos aos componentes internos da estação.

A limpeza do cesto é simples e periódica, realizada conforme a carga de sólidos do sistema e as condições operacionais do empreendimento.

ETAPA 2: Tratamento biológico híbrido (anaeróbio + aeróbio)


O efluente, após a retenção de sólidos, passa por um processo híbrido dentro do próprio tanque, combinando digestão anaeróbia e tratamento aeróbio por aeração.

Na etapa anaeróbia ocorre a estabilização inicial da carga orgânica, com baixa geração de lodo e redução do consumo energético. Em seguida, o efluente segue para a etapa aeróbia, onde a aeração contínua por soprador promove a oxidação da matéria orgânica e melhora a qualidade do efluente tratado, com desempenho típico ao redor de 90% de remoção de carga orgânica, conforme premissas do sistema.

ETAPA 3: Decantação secundária e retorno automático de lodo


Após a etapa aeróbia, o efluente segue para a decantação secundária, onde ocorre a separação do lodo biológico formado no processo.

O sistema possui retorno automático de lodo do decantador para a etapa anaeróbia, realizado por air lift, com acionamento por temporização e possibilidade de ajuste conforme operação. Isso aumenta a estabilidade do tratamento e reduz a necessidade de intervenções frequentes.

ETAPA 4: Desinfecção por cloração e tanque de contato


Como etapa final do tratamento, a TSX realiza desinfecção por cloração, com aplicação de cloro em pastilhas em um ponto de contato hidráulico, seguida por tanque de contato para assegurar o tempo necessário de ação do desinfetante.

Essa etapa tem como objetivo reduzir a carga microbiológica, trazendo maior segurança para disposição final e aplicações de reúso não potável quando previstas em projeto.

ETAPA 5: Manejo de lodo e manutenção periódica


A TSX foi projetada para baixa geração de lodo, com estabilização na etapa anaeróbia, permitindo intervalos maiores entre limpezas.

A remoção do lodo excedente é realizada por caminhão limpa fossa, seguindo a periodicidade recomendada conforme carga aplicada, hábitos de uso e condições operacionais. O material deve receber destinação ambientalmente adequada por empresa licenciada, conforme legislação vigente.

Capacidades e implantação da estação de tratamento de esgoto

O dimensionamento das estações é realizado pela engenharia GAREMP, considerando a vazão média diária, a carga orgânica afluente (DBO e DQO), as condições operacionais do empreendimento e os parâmetros de lançamento definidos pelo órgão ambiental competente.

Capacidades típicas de atendimento

Pequenas vazões: de até 8 m³/dia. Indicado para residências coletivas, pousadas, pequenas operações sazonais e empreendimentos de baixo porte.

Médias vazões: de 8 a 50 m³/dia. Aplicável a condomínios residenciais, hotéis, hospitais, comércios e empreendimentos de médio porte, com possibilidade de implantação modular.

Vazões maiores: de 50 a 300 m³/dia. Soluções para indústrias, loteamentos, centros logísticos e empreendimentos com maior carga orgânica, utilizando sistemas biológicos avançados conforme projeto.

Sob medida: acima de 300 m³/dia. Projetos customizados e escaláveis, desenvolvidos conforme características específicas do efluente, variações de carga e exigências ambientais.

Implantação

Configuração física: Instalação em superfície, semi-enterrada ou enterrada, definida conforme espaço disponível, requisitos acústicos, critérios estéticos e condições de acesso para operação e manutenção.

Infraestruturas previstas: Base de apoio, interligações hidráulicas, fornecimento de energia elétrica, sistemas de ventilação e aeração, drenagens auxiliares e ponto de lavagem para manutenção.

Acessibilidade: Áreas de inspeção, passarelas e guarda-corpos quando aplicável, ponto para retirada de lodo e rota de acesso para caminhão limpa-fossa.

Comissionamento: Execução de testes hidráulicos e biológicos, acompanhamento do período de estabilização do sistema e treinamento da equipe responsável pela operação.

Integrações e automação
  • Integração com estação elevatória de esgoto, quando a topografia não permite escoamento por gravidade.

  • Possibilidade de telemetria e automação para monitoramento de parâmetros operacionais, alarmes e registro de eventos.

  • Integração com linha de reúso.

Processo GAREMP: do diagnóstico ao pós-venda

Da engenharia ao licenciamento, tudo resolvido.

Diagnóstico

Levantamento de vazão, cargas, picos, espaço físico e condicionantes legais.

Projeto

Memorial de cálculo, especificações, P&ID/fluxograma, layout de implantação e quadro de cargas elétricas. Todos os projetos incluem ART e documentação homologada.

Comissionamento & Treinamento

Operação assistida até estabilização do processo; capacitação em rotina, segurança e emergências.

Pós-venda

Plano de manutenção preventiva, reposição de consumíveis/reagentes, remoção de lodo, SLA e relatórios periódicos.

Conformidade e documentação técnica

Documentação completa para aprovação ambiental, pronta para licenciamento em qualquer estado brasileiro

Nossas ETEs já foram aprovadas e licenciadas pela CETESB (SP) e COPASA (MG), cumprindo integralmente as exigências técnicas e ambientais desses órgãos.

Todas as ETEs GAREMP incluem:

Atendimento integral às normas ABNT NBR 17076, NBR 12209 e CONAMA 430

Dossiê técnico completo: memorial de cálculo técnico, memorial descritivo, P&ID (fluxograma de processo), relatórios de eficiência do processo biológico, manual de operação e manutenção

Suporte durante o licenciamento ambiental junto a órgãos públicos (ex.: CETESB, COPASA, IGAM, SEMAD, DAEE, etc.)

Aprovação garantida: sistema com histórico de deferimento e homologação em múltiplos estados brasileiros

Reuso documentado e controlado, conforme parâmetros locais e diretrizes LEED/WELL/ESG

POP + Plano de Manutenção: rotinas, periodicidades, responsáveis, checklists e registros operacionais.

Garantia da unidade + assistência técnica: condições de garantia claras, prazos e canais de atendimento.

Transparência de responsabilidades: o cliente é responsável por operação diária, insumos e coleta de lodo por empresa licenciada; a GAREMP oferece orientação, treinamento e planos de manutenção. Reuso restrito a finalidades não potáveis conforme projeto/legislação.

Eficiência comprovada. Documentação homologada. Solução reconhecida por órgãos ambientais.

Perguntas frequentes sobre ete compacta

Suas dúvidas, nossas respostas

O que é uma estação de tratamento de esgoto (ETE)?

Unidade que trata esgoto localmente para atender padrões legais e, quando previsto, permitir reuso não potável.

Qual a diferença entre ETE compacta e sistemas convencionais?

A compacta integra etapas em módulos de menor área e implantação mais rápida, mantendo eficiência quando corretamente dimensionada conforme NBR 17076.

A água tratada é potável?

Não. O reuso é não potável (irrigação/limpeza), conforme projeto, normas e análises periódicas.

Qual a manutenção necessária?

Inspeções, limpeza de grades, verificação de aeração/bombas, reposição de consumíveis, calibração de instrumentos e remoção programada de lodo (cronograma definido no O&M).

Requer operador dedicado?

Depende da vazão, do regime (contínuo/intermitente) e das exigências locais. O projeto define a necessidade e a frequência de visitas técnicas.

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