Filtro pluvial para captação de água da chuva
O filtro pluvial retém folhas, areia e sedimentos nas calhas/tubulações, protegendo a cisterna e reduzindo a manutenção do sistema de reuso.
Quando o filtro pluvial é indispensável
Como funciona o filtro pluvial
Pré-queda — a água chega da calha/condutor por gravidade; o diâmetro da tubulação e a vazão de pico orientam o dimensionamento.
Filtração mecânica — um elemento físico (tela/cesto/rotor de vórtice) intercepta folhas, galhos, insetos e areia, reduzindo a carga sólida.
Desvio de sólidos — os detritos ficam em compartimento de descarte ou são expulsos para um ponto de limpeza, sem alcançar a cisterna.
Saída limpa — a água filtrada segue para a cisterna ou linha de reuso com menor risco de entupimento e menor acúmulo de lodo.
EEAT: Filtro pluvial é pré-tratamento. Não confere potabilidade. Reuso exclusivamente não potável (irrigação, limpeza, descargas), conforme projeto e normas locais.vação garantida em múltiplos estados brasileiros.
Modelos de filtro pluvial e aplicações
Ajustamos os nomes ao seu portfólio na publicação. Abaixo, lógica de escolha e uso prático.
Filtro pluvial em linha (tubulação)
Onde brilha: retrofit rápido em tubulações existentes, múltiplos pontos de captação (condomínios/comércios).
Vantagem: montagem simples, pouca intervenção na calha.
Atenção: prever by-pass e ponto de acesso para limpeza.
Filtro pluvial de calha (coletor frontal)
Onde brilha: residências e pequenos telhados com manutenção frequente.
Vantagem: acesso frontal muito fácil para retirada de folhas.
Atenção: revisar capacidade para chuvas intensas e bocas de calha amplas.
Filtro pluvial ciclônico/vórtice
Onde brilha: vazões maiores e aplicações comerciais/industriais.
Vantagem: separação por força centrífuga, alta eficiência com baixa perda de carga.
Atenção: prever área para instalação e ponto de descarte.
Dimensionamento, instalação e manutenção do filtro pluvial
Dimensionamento
Área efetiva do telhado
calcula a vazão de projeto para episódios de chuva intensa.
Diâmetro do condutor
define o modelo e o mesh (malha) adequado.
Perda de carga admissível
relevante em linhas longas/com curvas.
Contexto operacional
árvores próximas, poeira, acesso, rotina de limpeza.
Instalação
Posicionamento antes da cisterna
ou da derivação de reuso.
By-pass de manutenção
para não interromper captação em dias de chuva. o modelo e o mesh (malha) adequado.
Acesso seguro
ao cesto/tela; prever ponto de inspeção próximo.
Teste de estanqueidade e escoamento
antes de liberar o sistema.
Manutenção
Rotina periódica
abrir, remover detritos, lavar tela/cesto.
Sazonalidade
intensificar inspeções em época de folhas ou após chuvas fortes.
Consumíveis
quando aplicável, manter estoque mínimo de telas/juntas.
Integrações recomendadas
Desviador de primeiras águasetiva do telhado
para descartar a primeira enxurrada mais carregada.
Válvula de retenção
para evitar refluxo.
Caixas de inspeção
para facilitar limpeza e diagnóstico.
Pós-filtragem
(linha) quando o reuso exigir acabamento melhor no ponto de consumo.
Boas práticas: Filtro pluvial + desviador de primeiras águas = menos sólidos na cisterna, menos biofilme e mais tempo entre limpezas internas.
Do diagnóstico ao pós-venda
Diagnóstico — medição de área de cobertura, setorização de calhas, vazões de pico e trajetos até a cisterna.
Projeto — escolha do modelo e do mesh, detalhamento de by-pass, desviador e pontos de inspeção (P&ID simplificado).
Treinamento — passo a passo de limpeza segura e checklist de inspeções (sazonal e pós-chuva forte).
Pós-venda — suporte técnico e reposição de elementos filtrantes quando necessário.














